sábado, 1 de dezembro de 2007

Reflexão ao Capítulo II



APRENDIZAGEM

Como é do conhecimento geral as tecnologias quando devidamente aplicadas em educação, constituem uma mais valia para a aprendizagem. No entanto, esta luta entre Ciberutópicos e Cibercríticos, de que o autor fala, nasce provavelmente do medo, destes últimos pela ausência de limites que se faz sentir.O que nos leva a questionar sobre até onde irá a nossa dependência das máquinas, estamos cada vez mais envolvidos num ciclo vicioso que se tem vindo a sentir não só nosso dia como também a nível da educação, daí que sejam compreensíveis, em parte, as preocupações dos Ciberutópicos.
Em relação a esta questão acho que o autor assume uma posição extremamente racional ao afirmar que "é necessário encontrar uma melhor abordagem do que simplesmente escolher lados".
Não podemos assumir uma posição tão radical ao ponto de dizer que a tecnologia e os computadores são o mal ou a salvação do futuro.
Na minha opinião o autor dá-nos a chave para a resolução deste problema ao alertar para que "depende de si, muito mais do que aquilo que poderá pensar, o delinear do seu futuro e dos seus filhos, no que diz respeito ao computador".

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